PE do Juquery
SP

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Áreas de Observação

Parque Estadual do Juquery

O Parque Estadual do Juquery é uma unidade de conservação situada nos municípios de Franco da Rocha e Caieiras, Estado de São Paulo, que possui área de 2.058,09 hectares e foi criado objetivando “a preservação dos ecossistemas das espécies vegetais e animais, dos seus habitats e dos sítios geomorfológicos de parte da Fazenda Juquery”, terras de domínio público da Fazenda Pública do Estado (Artigo 3º do Decreto Estadual nº 36.859, de 05 de junho de 1.993).

O bioma preponderante é o Cerrado com as fisionomias de Campo Limpo, Campo Sujo e Campo Cerrado. Trata-se do último remanescente de Cerrado preservado na região Metropolitana de São Paulo. A Mata Atlântica, na forma de Floresta Estacional Semidecidual, apresenta-se em fundos de vales.

O pequi, o barbatimão, o angico, a Camarea hirsuta (ameaçada de extinção), o velame branco, a fruta do lobo, a melancia do cerrado, o ipê amarelo, a bolsa de pastor, o cedro, a copaíba e o cambará, entre outras, são algumas das espécies vegetais que, segundo a Fundação Florestal, existem na área do parque. A seriema, a capivara, o tatu, o cachorro-do-mato, a cascavel, o tucano-toco, o sagüi, o lagarto teiú, a jaguatirica e o veado campeiro, de seu turno, são alguns dos animais que ali vivem.

Não foram localizadas listas organizadas das espécies da fauna e da flora.

O parque ainda não possui plano de manejo (consulta em 06/02/2014).

História

O Parque Estadual do Juquery foi criado pelo Decreto Estadual nº 36.859 em 05 de junho de 1.993.

Para a criação do parque levou-se em consideração a existência de ilhas-refúgio de Cerrado, datadas do Pleistoceno, quando este domínio vegetal espalhava-se por grande parte do Estado de São Paulo; a necessidade de conservação dos remanescentes florestais que abrigam flora e fauna de Mata Atlântica; o fato de estar a Fazenda Juquery inserida na Lei Estadual de Proteção dos Mananciais da Grande São Paulo; o fato de encontrar-se a área no eixo de expansão urbana, sofrendo pressões do crescente processo de conurbação da Grande São Paulo; finalmente, a necessidade de garantir a continuidade das atividades de caráter psico-ambientais desenvolvidas pelo Escritório Regional de Saúde.

Esse último considerando evidencia que, nos idos de 1.993, o Governo do Estado pretendeu viabilizar o uso da área como unidade de conservação ambiental (parque) sem prejuízo da manutenção da unidade de saúde mental (hospital psiquiátrico) que ali já existia há mais de um século (A Fazenda Juquery foi adquirida pelo Estado em 1895 para a implantação do Hospital Psiquiátrico do Juquery, projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, e da Colônia Agrícola).

No decreto de criação do parque estabeleceu-se que as atividades desenvolvidas pela Secretaria da Saúde dentro da área do Parque seriam mantidas até o estabelecimento e a consolidação das diretrizes e propostas previstas no Programa de Ação Conjunta entre referida Secretaria e a Secretaria do Meio Ambiente; que competiria ao Instituto Florestal, da Coordenadoria de Informações Técnicas, Documentação e Pesquisa Ambiental - CINP, da Secretaria do Meio Ambiente, a implantação, administração e guarda do Parque Estadual do Juquery, assim como a elaboração do Plano de Manejo; que o Plano de Manejo deveria conter as diretrizes e ações previstas no Programa de Ação Conjunta entre as Secretarias da Saúde e do Meio Ambiente.

Pouco tempo antes da transformação da área em parque, mais precisamente em 1989, todo o conjunto arquitetônico, projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, o acervo documental e a área verde da fazenda foram tombados pelo CONDEPHAAT - – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo. Porém, “em 2005, um incêndio atingiu o setor administrativo do prédio do Hospital. As seis horas de fogo destruíram o prédio de dois andares tombado pelo CONDEPHAAT, sua biblioteca (a mais completa em livros e periódicos de psiquiatria da metade do Século XIX até metade do século XX) e 100 anos da memória do Hospital. Do edifício sobraram apenas as paredes estruturais e uma parte da cobertura do piso inferior em uma de suas laterais. O prédio havia acabado ser restaurado, com reforma do telhado, do piso, vitrais e da estrutura elétrica”.

Esses eventos devem ter contribuído para que, embora passados mais de vinte anos da criação oficial do parque, não haja notícia do plano de manejo.

Infra-estrutura

Não possui centro de visitantes, hospedaria, refeitório e lanchonete.

Há um quiosque e um bosque com bancos mesas e bancos de madeira.

Restaurantes, lanchonetes, hospedagem e outros serviços podem ser encontrados em Franco da Rocha ou em Mairiporã.

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Referências

FUNDAÇÃO FLORESTAL

http://www.ambiente.sp.gov.br/parque-estadual-do-juquery/sobre-o-parque/

JUSBRASIL

http://governo-sp.jusbrasil.com.br/legislacao/177932/decreto-36859-93

WIKIPEDIA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Psiqui%C3%A1trico_do_Juqueri